quarta-feira, 24 de novembro de 2010

REVISITA


me dobro a um poema
calmo
como o mar de outono

a mão que rasga e corta
agora acaricia
e acalenta

folhas verdes o vento venta
dançam árvores distantes
em sagrados momentos

(Fabio Rocha)

4 comentários:

Andréa Trompczynski disse...

espero um dia conseguir passar da fase "a mão que rasga e corta" e chegar na "agora acaricia e acalenta". Mas como saber?
...
bonito.

Marli Terezinha Andrucho Boldori disse...

Simplesmente lindo,denso,porém leve,um contraste gostoso de sentir.Belas palavras.Parabéns!
Sigo-te.Abraço!

Lucio L. disse...

Tocante, amigo!

Fátima Nascimento disse...

Bonito mesmo. Bjs e bom fds!